Boa Noite Leitores!
Não ia me pronunciar sobre os recentes
manifestos populares que estão ocorrendo no Brasil, fosse através de
post ou através de texto próprio porém, diante da “enxurrada” de
postagens, vídeos e blá blá blá whiskas sachê que estão brotando em
meu feed e, após ler o post abaixo venho, através deste, manifestar
minha humilde e sincera opinião como brasileira, jovem, estudante de
Serviço Social ( e dependente de transporte público), “facebookiana” e
internauta antenada e inveterada e, acima de tudo, como cidadã. Acho
ótimo as pessoas saírem do marasmo, da inércia do lugar comum. Estarem
se conscientizando, e expressando, sua insatisfação perante a conjuntura
político-econômica-social vigente porém, tenho notado que muitos,
ousaria dizer que mais da metade, na verdade não sabe e/ou entende
exatamente o que está postando ( podem e devem haver discrepâncias
quanto a isto). Sinto e vejo, que de certa forma, virou “modinha” postar
fotos com textos em legenda, vídeos de adolescentes semi-alucinados em
seus argumentos e/ou outras formas de expressar opinião. Diante disto
pergunto-me: Até que ponto as pessoas que postam isso sabem do que estão
falando? Entenderão elas a conjuntura primária (quase pré-histórica)
que nos levou á, estar hoje diante dessa situação? Acho ótimo, realmente
louvável o levante que está se tentando impor mas, acredito em ações (
de agir mesmo, não somente aparentar). Parafraseando uma música vos
digo, “é mole, é lindo” postar dezenas de mensagens, vídeos e revoltas
pelo Facebook. É maravilhoso se revoltar da altura do conforto de seu
sofá e postar (berrar!) o quanto este país é uma porcaria, a sua
vergonha em ser brasileiro, o quanto é corrupto o nosso sistema político
e etc. Digo e repito: Criticar o Governo sentadinho no seu sofá, do
conforto do seu pc, é uma maravilha. Está revoltado? Quer que mude? Vá
para a rua então! Poste sua indignação sim, mas aja! Proteste
veementemente, descubra os focos de rebeldia em sua cidade e se infiltre
neles e faça acontecer! – Ah mas ela também postou fotos em alusão ao
que está acontecendo e agora critica!, eles dirão - Postei uma foto
alusiva mas, que se encaixa de modo geral ao que penso da situação.
Realmente e definitivamente, isto tudo não é somente por R$ 00,20. Mas
aí também me pergunto: E até que ponto tudo que está sendo feito é pelos
R$ 00,20 mais desigualdades ?
O povo quer deixar de ser “massa de
manobra”? Fiquemos felizes, exultemos, “o gigante acordou” mas, aí eu
pergunto...Quer deixar de ser massa de manobra sendo massa de manobra?
Gente, por favor, estudem! Entendam porque hoje estamos assim, porque
hoje somos um dos países mais ricos (sim, somos ricos) mas que, tem uma
das desigualdades sociais mais berrantes. Estás cansado de ser usado?
Beleza. Estás cansado de ser estuprado em seus direitos básicos? Beleza.
Estás cansado de ser massa de manobra? Beleza. Estás cansado de ser
alienado? Beleza. Mas e de ser manipulado conforme os ventos que convém a
nossa burguesia? Já cansou? Pense nisso. Reitero de que não sou contra a
essência dos manifestos porém, realmente é muito mais que R$ 00,20 e,
com certeza, muito mais do que educação ruim, saúde ruim, segurança e
afins inexistentes. A saúde está um caos? A educação está um lixo?
Segurança é uma piada? Concordo em gênero, número e grau. Mas ficar
postando coisinhas no Facebook, por si só, vai resolver? Pensemos.
De tudo isso que citei, o que mais me deixa irritada é que, as mesmas
pessoas que seguem modinhas postando fotos e vídeos ( sem um A de
opinião própria como legenda, espelhando o que supracitei), são as
mesmas que enquanto alguns estão levando bala de borracha na cara e
comendo fumaça das bombas de efeito moral, estão assistindo as novelas
da famigerada Globo e gritando Gol, empolgadíssimas em seus sofás! Lhes
digo, o Código Penal Brasileiro, deve ser revisto com urgência e, ouso
dizer, que seria impreterível que se criasse mais uma Lei para a coleção
brasileira: A Proibição da Hipocrisia. Ahh com certeza esta enquadraria
uma boa parcela da população!
Quanto a atuação dos PM’s, sem
delongas, apenas digo que é lamentável (caso o que eu li seja de fato
verdade) mas, amigos manifestantes, lembrem-se: Abuso de poder,
infelizmente, não está entre as Leis punitivas cumprida com veemência
pela nossa Justiça então, fica um conselho: Protejam-se!
Volto a
dizer que não posso, e nem tenho como, virar as costas á luta do povo.
Seria ir contra a minha essência, o meu caráter, o meu ideal e, a minha
postura enquanto estudante de Serviço Social mas, concordar com
determinadas coisas postadas e feitas? Não, não concordo!
Aos que
tiveram a paciência e tolerância de ler meu texto até aqui, informo que
está é a minha humilde e sincera opinião. Não almejo, muito menos quero
que concordem com o que escrevi ( ao contrário, quero que diverjam com
OPINIÃO E ARGUMENTOS PRÓPRIOS).
Sem mais.
Agradeço a atenção dispensada.
Meus mais sinceros agradecimentos!
OBS: Texto publicado originalmente em meu perfil do Facebook.
Meu Universo Paralelo
"Eu gosto do estranho, do incomum. Gosto daquilo que confunde, que permite diferentes interpretações, que fica nas entrelinhas. (...)" Martha Medeiros
quarta-feira, 19 de junho de 2013
sábado, 4 de maio de 2013
Em Dias Assim...
Boa Tarde Pessoas!
Inicio o post de hoje com uma citação da grande Martha Medeiros de quem, sou profunda admiradora:
"Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop, e nem por isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos."
Sabem os dias em que amanhecemos introspectivos, melancólicos, por opção?
Dias de reclusão, retiro intelectual, mental e , por que não, físico.
Dias de saudade de sei lá o que.
Dias de apego sem desapego.
Dias de desencontro sem encontro.
Dias de saudade sem conhecer.
Dias de lembranças sem viver.
Dias nublados sem frio e chuva...
Pois bem, nesta vibe é que aqui jaz a criatura que vos escreve.
Penso que seja o tempo aqui na terrinha (nublado, temperatura amena e céu nublado...).
Dias assim me fazem cair em introspecção.
Dias assim me fazem inspirar e escrever (sorte minha e do meu blog que já estava atrofiado em sua ânsia por letras, letras e letras :P).
Há quem diga que um pouco de melancolia e introspecção faz bem ao ser humano...será? Não sei.
Sei que muitas respostas vem do silêncio, ou melhor, muitas respostas são o silêncio.
Bueno, e como toda boa introspecção, e que se preze, termino este post com um mini parafraseamento de Martha: - "...e que me deixem quieta."
P.S: O blog está abandonadérrimo mesmo, eu sei! Mas estava e estou plenamente envolvida com o primeiro ano do meu filhotinho, perdoem-me leitores ( que eu penso ter ao menos haha).
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Alegrias da Maternidade!
Boa Noite Leitores!
Bom, creio que eu nunca tenha mencionado que tenho um filho. Pois bem, eu tenho um filho! haha. Se chama Kael e está com 8 meses. Sei que o blog é sobre assuntos, em geral, "sérios e comportados" (há controvérsias haha :P) mas, como os posts são bem diversificados e como sou uma mãe mega babonaaa (e qual não é né gente??), não poderia me furtar a partilhar com vocês uma das gracinhas novas do meu bebê. Eis que, no dia 28 de Janeiro de 2013, o Kael aprendeu a falar "mãma"... *-*
Estava ele no colo do papai, quando passo da sala para a cozinha, no
exato momento em que entro na cozinha, ele solta da sala:
"MÃ-MA". Pessoal, pensem em uma blogueira molhada de emoção...Sim, era eu! ashuahsuhuaua. Não
acreditei, meu bebezinho "falando" jááá... *-* E deste dia para cá, é Mãma
de tudo que é jeito, em tudo que é hora. Fui acordada no dia seguinte a este episódio ao som de "mãma!
mãma! mããããma!!", por um Kael de pé no berço. Ah como eu amoooo *-*
(Bem, e o papai onde entra nessa história?? Exatamente na parte do
ciúme, com a fala: "Agora ele só fala "mãma, mãma, mãma..." '--). Bueno,
creio que nada mais justo que tenha sido eu primeiro né? haha :P
P.S: Depois de tantos dias sem nada postar aqui, resolvi voltar com um post curto, leve e engraçadinho!
domingo, 13 de janeiro de 2013
Pequenos Trabalhadores
Boa Tarde Leitores!
É certo que existem crianças que trabalham e tem carga horária de adultos. Isso não começou agora.
O trabalho infantil no Brasil sempre foi uma realidade. Essa atividade existe desde os tempos em que nosso País nada mais era do que uma colônia de Portugal. Naquele tempo não existia distinção de idade. Se fosse considerado inferior, trabalharia. Uma das épocas em que as crianças mais foram exploradas, foi a da escravidão. E essa cultura de que o inferior é quem deve trabalhar, veio vindo através dos séculos, e hoje é vista entre nós. Sabe-se da existência de crianças trabalhando em carvoarias, serviços terceirizados, atelieres, e até mesmo em sinaleiras, onde usam suas habilidades para fazer graça e seus olhares infantis para arrecadarem a maior soma em dinheiro todos os dias.
Temos conhecimento de que já foram tomadas algumas atitudes para inibir este tipo de trabalho. Insuficientes, é verdade. Não há sentido em mudar isto no papel, e não mudar a visão das pessoas. É preciso que haja uma conscientização mútua, uma união de forças entre a sociedade que se una para fazer valer os direitos destas crianças, e os governantes para que formulem Leis condizentes com a realidade. Ela deve ser estudada e discutida para que haja melhor entendimento sobre a questão. Só assim, talvez um dia cheguemos a ver os direitos e interesses de nossas crianças sendo devidamente assegurados e monitorados.
* NA: Este texto foi escrito por mim em 2009. O transcrevi aqui para o blog pois achei interessante, remexendo em minhas "velharias" tê-lo encontrado, relido e constatado que se o mesmo texto tivesse sido escrito hoje, teria o mesmíssimo conteúdo batendo totalmente com a realidade de hoje. Pois bem, deves estar te perguntando: "O que ela esperava que acontecesse em quatro anos somente? Um giro de 180°?". É, talvez realmente fosse pedir demais mesmo mas, quem sabe daqui a 10, 20, quiçá 30 anos eu não possa reler este texto novamente e ver como a realidade mudou! (Afinal, "sonhar não custa nada", e os nossos sonhos somos nós quem fazemos ;D )
É certo que existem crianças que trabalham e tem carga horária de adultos. Isso não começou agora.
O trabalho infantil no Brasil sempre foi uma realidade. Essa atividade existe desde os tempos em que nosso País nada mais era do que uma colônia de Portugal. Naquele tempo não existia distinção de idade. Se fosse considerado inferior, trabalharia. Uma das épocas em que as crianças mais foram exploradas, foi a da escravidão. E essa cultura de que o inferior é quem deve trabalhar, veio vindo através dos séculos, e hoje é vista entre nós. Sabe-se da existência de crianças trabalhando em carvoarias, serviços terceirizados, atelieres, e até mesmo em sinaleiras, onde usam suas habilidades para fazer graça e seus olhares infantis para arrecadarem a maior soma em dinheiro todos os dias.
Temos conhecimento de que já foram tomadas algumas atitudes para inibir este tipo de trabalho. Insuficientes, é verdade. Não há sentido em mudar isto no papel, e não mudar a visão das pessoas. É preciso que haja uma conscientização mútua, uma união de forças entre a sociedade que se una para fazer valer os direitos destas crianças, e os governantes para que formulem Leis condizentes com a realidade. Ela deve ser estudada e discutida para que haja melhor entendimento sobre a questão. Só assim, talvez um dia cheguemos a ver os direitos e interesses de nossas crianças sendo devidamente assegurados e monitorados.
* NA: Este texto foi escrito por mim em 2009. O transcrevi aqui para o blog pois achei interessante, remexendo em minhas "velharias" tê-lo encontrado, relido e constatado que se o mesmo texto tivesse sido escrito hoje, teria o mesmíssimo conteúdo batendo totalmente com a realidade de hoje. Pois bem, deves estar te perguntando: "O que ela esperava que acontecesse em quatro anos somente? Um giro de 180°?". É, talvez realmente fosse pedir demais mesmo mas, quem sabe daqui a 10, 20, quiçá 30 anos eu não possa reler este texto novamente e ver como a realidade mudou! (Afinal, "sonhar não custa nada", e os nossos sonhos somos nós quem fazemos ;D )
sábado, 5 de janeiro de 2013
Apenas Oceans Of Time...
Bueno, não é muito de meu feitio postar vídeos de divulgação mas, vindo de quem veio (Sim, sou mulherzinha e me derreti haha) e com a declaração (mesmo que subjetiva) que o vídeo contém, não poderia deixar de divulgar aqui...
Este cidadão do vídeo é meu namorido Michaell, nerd por escolha de profissão (alguém precisa trabalhar né? ;P ) e guitarrista solo (quando eu deixo ele em paz pra isso haha). Enfim, neste vídeo ele está tocando um dos solos de Oceans Of Time de Axel Rudi Pell, uma das minhas músicas (se não a mais) preferidas. Ainda não é o "melhor" dele como guitarrista mas, é uma boa amostra do que meu querido namorido é capaz ;D
P.S: Amor, não costumo te elogiar muito (afinal teu ego já é enoooorme sem isso, imagina se eu começar a elogiar né ;P) mas, quero que saibas que amei tu teres aceito aprender a tocar e gravar ( e com dedicatória...pasmem!) a Oceans...Tu sabes o significado desta música para nós e o quanto me fez feliz me fazendo relembrar belos momentos ao som do meu solo preferido tocado por ti...Obrigada! Te amo *-*
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Odisséia Diária
Boa Noite Leitores!
Tu, que usas transporte público, já deves ter chegado á uma conclusão óbvia: Ônibus lotados são uma realidade no Brasil. Eu, por exemplo, enquanto me divido entre sorver rapidamente o café, e literalmente "engolir" umas bolachinhas, me pego tentando lembrar em que altura da calçada o ônibus costuma parar, pois se eu estiver exatamente onde ele pára, conseguirei ser a primeira a entrar no ônibus, e quiçá encontrar o tão almejado lugar vago em meio aquele mundo de pessoas que parecem coabitar nos lotações. Você com certeza já deparou-se com aqueles passageiros folgados que ocupam um dos assentos, e põem suas respectivas mochilas, maletas, e até sacolas de supermercado no assento ao lado. É incrível como parecem alheios à superlotação do ônibus, e quando algum dos que estão em pé, resolve pedir-lhe a concessão de um dos bancos, o cidadão o fuzila com o olhar, suspira ou bufa, e demonstrando nítida irritação retira seus pertences para o outro sentar. Falando em folgados, lembro-me de certa vez em que peguei um ônibus lotado e sentei na poltrona do corredor ao lado de um senhor. Depois de pouco tempo, o homem pegou no sono, deitou em meu ombro e literalente o "babou". Eu gentilmente o acordei, exliquei o ocorrido, e pasmem! Ele anda chou ruim tê-lo acordado "só" por isso...Mas e quando não conseguimos lugar e precisamos viajar em pé? Uma tortura! É um tal de "com licença daqui", "passinho a frete por favor" dali...E as ginásticas que fazemos para não tocar no vizinho da frente, e não ser tocado pelo vizinho de trás? As quase homéricas negociações silenciosas para ver quem vai ficar com qual parte das barras de ferro do ônibus? Para conseguir desembarcar na parada correta, já começamos a nos movimentar umas duas paradas antes. Afinal muitas vezes é preciso abrir caminho entre as pessoas até chegar a saída. E quando por um descuido pegamos o ônibus errado? Olhamos em volta e nos sentimos "um atum na lata de sardinha". Não reconhecemos nenhum de nossos companheiros de "viagem do corvo". Então descemos do ônibus e esperamos a próxima "latinha" com o destino correto passar. Quando finalmente chegamos em casa, já nos pegamos pensando na missão quase impossível de encontrar um lugar vago em um ônibus brasileiro às sete da manhã...
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
E se o "Fim" não fosse o Fim?
Boa Tarde
Leitores!
Mediante tantas
especulações de que o fim do mundo seria no dia 21 de dezembro de 2012, eis que
estava eu a pensar “E se, de fato, ele
realmente acabasse?” - Seja hoje, amanhã, semana que vem...- E, a nós, apenas restasse semanas, dias, horas
ou mesmo apenas alguns minutos de “vida terrena”... o que faríamos? Convido-lhes a, também,
refletir sobre isso. Digo, refletir sobre tudo que já fizemos nesta vida, o que
gostaríamos de fazer antes do fim, o que não fizemos, os desejos, sonhos e
metas tão arduamente arquitetados em nossa mente mas, que nem sempre, exteriorizamos
para o campo da realização, seja por medo, vergonha, desinteresse ou, mesmo,
falta de estímulos. Quão profundamente iríamos ao nosso interior? Até que ponto
nos permitiríamos descortinar? Teríamos nós coragem de abrir as portas dos
sonhos abafados? Teríamos nós a coragem de fazer o certo, de fazer o desejado, de
concretizar o projeto tão idealizado? Todos somos seres humanos racionais,
deveríamos saber responder isso, se não prontamente, ao menos com determinada
certeza e/ou firmeza. O que nos falta então? Precisamos estar realmente á
iminência de um “fim do mundo” para que tenhamos motivos suficientes para agir?
Vos digo que, se o mundo realmente fosse
acabar em uma data “X” determinada pelos astecas, os maias ou qualquer outro
povo antigo eu- vejam bem EU- buscaria retomar o filme de minha vida, as rédeas
dos sentimentos ruins, das atitudes de alguma forma erradas – não necessariamente
que eu julgue erradas- os momentos raros
e impossíveis de recuperar, coisas, lugares e pessoas que, de alguma forma,
deixei que passassem e/ou saíssem da minha vida sem mostrar o real sentido que
as mesmas têm/tinham no meu existir afinal - Como citou John Donne: “Nenhum homem
é uma ilha isolada”- somos um conjunto de sentimentos, ações e reações em
relação aos demais seres humanos. E
você? O que faria? Ou melhor, faria? Diria? Realizaria? Ou que seja, ao menos
se permitiria sonhar como seria?
Não deixe que
apenas as situações de iminência, pressão ou qualquer outra forma de coação
guiem suas realizações. Não deixe que apenas um “fim do mundo” determine se
vais ou não realizar os teus desejos. Enfim, não esperemos o “fim do mundo” para
ver, o que realmente é importante e essencial nesta vida, seja em que campo for.
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